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  • maio 04, 2016

    O que eu queria dizer mas não encontrei palavras

    via pexels 
    Ultimamente tenho tido um pequeno problema pra escrever: quero falar sobre tudo mas não consigo escrever nada. Todos os assuntos me vem a cabeça mas não consigo sequer juntar as palavras e formar frases. É complicado. Acredito que todo mundo já passou por uma fase assim, não é? Por isso, tenho me apegado tanto a alguns blogs que eu já amava antes mas que a cada nova visita fala de algum assunto que tá agarrado no meu peito mas que não consigo botar pra fora. Reuni alguns desses textos e espero do fundo do meu coração que você tire um tempinho pra lê-los.

    "Geração que trata tudo como descartável"
    Sobre como está caminhando essa nossa geração hoje em dia: relacionamentos, coisas, pessoas, objetos... tudo é descartável.
    Somos a geração do raso, da água pelas canelas. Não mergulhamos fundo. Não sabemos o que é profundidade. Livros curtos, conversas rápidas. Fluidez. A gente acha que é rocha, mas a gente é gelo. E derrete, evapora, desaparece. Uma geração que trata tudo como descartável e que termina por ser, ela mesma, tão descartável quanto uma garrafa pet. Com a diferença de que a garrafa será reciclada e nós… Nós deixaremos algumas selfies como legado. – Ruth Manus
    "Lembrete"
    Para pessoas que se cobram de mais, que tomam pra si uma responsabilidade que não deveria ser de uma só pessoa. Para nós que carregamos um peso além do que conseguimos carregar, eis um desabafo que caiu como uma luva:
    Eu não quero mais ser responsável pelos problemas do mundo. Inclusive, também gostaria de abrir mão de alguns dos “meus” problemas que, na verdade, não são meus. Eu não mando no clima, no quão cansada eu vou estar quando eu chegar em casa, nos jobs que vou ter no dia, nos dramas pessoais de quem me cerca, nos humores, na variação cambial e, muito menos, na vida. – Amanda Arruda
    "Se hoje fosse o último dia"
    Se há uma coisa que todos nós temos certeza é que um dia partiremos desse mundo. Sabendo disso, porque não aprendemos desde pequenos a aproveitar cada segundo como se fosse o último? Quer dizer, porque só aprendemos a viver intensamente quando algo nos acontece –  ou a alguém próximo?
    A gente sempre acha que tem mais tempo. Tem mais uma semana, mais um dia, mais uma hora, mais um minuto. Mas a gente esquece que cada minuto é uma nova história, que cada segundo é como se o mundo fosse novo de novo. As projeções se refizeram, afinal. – Maki de Mingo

    Se você tiver algum texto ou ideia a compartilhar comigo, só deixar nos comentários. Em breve voltaremos com programação normal, espero.

    1 comentários:

    1. Li palavras que eu realmente estava precisando.Adorei,beijoos!
      http://juniaqueiroz.blogspot.com.br/

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